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domingo, 13 de novembro de 2011

Pitty lança Agridoce

Por Renata Santos

  

Um isolamento cercado de brincadeiras musicais resultou no novo projeto de Pitty, o Agridoce. O projeto é uma parceria da cantora com o guitarrista Martin.  O isolamento foi numa casa na Serra da Cantareira, em São Paulo, durante 22dias e, além da cantora e do guitarrista, estiveram presentes  o Produtor Rafael Ramos, o engenheiro de som Jorge Guerreiro e o diretor do clipe Otávio Souza.
 Pitty comentou que suas influências musicais para a produção do projeto Agridoce,  foram artistas como Nick Drake, Elliot Smith, Velvet Underground, Iron & Wine, Leonard Cohen,  Jeff buckley e Seann Lennon.
  Por ser totalmente acústico, o álbum traz composições que fazem uso de instrumentos um tanto excêntricos. Além do piano, do violão, o bandolim, o ukulele, o glockenspell, escaletas, dentre outros adornam o álbum.  Apesar das melodias serem, em geral, doces, agradáveis, as letras das canções são fortes, ácidas, críticas, típicas da cantora Pitty.
 A primeira música lançada: “dançando” reflete bem o tema e tudo o que se pode esperar desse projeto, que, vindo de Pitty, já promete muitas surpresas boas.   


sábado, 5 de novembro de 2011

Semana da Cultura Afro-Lusófona: O “Ritmo Quente” do Kizomba

por Renata Santos

Uma dança que envolve sensualidade, chamego, olhar e paixão. Dançar Kizomba é se entregar a um mistério de corpos se encontrando e flutuando em direção à seus parceiros. É transpirar, é ter prazer, é amar.
  Kizomba é um gênero musical nascido em Angola. Ele é erradamente confundido com o Zouk, outro ritmo bastante difundido em países africanos. Em Lisboa, o Kizomba é considerado como qualquer dança que derive do Zouk. As origens do Kizomba, porém, estão no Semba, um dos estilos musicais mais populares em Angola. Evoluindo do Semba, ele se tornou mais quente, sensual, para agradar aos jovens angolanos.  O kizomba então se tornou um misto. Uma excitante pluralidade de ritmos e movimentos, onde os corpos se confundem juntos. Não é exagero dizer que é uma dança sexual, libertinosa,até porque é tido como normal para os dançarinos de Kizomba a excitação durante a dança devido aos movimentos sugestivos. Até as letras das músicas contém frases que incitam o sexo e que estimulam a paixão e a cumplicidade entre os parceiros.
 O Kizomba é executado com um tambor surdo e sua melodia soa através do Chimbau, que é um dos pratos da bateria.  Existem vários estilos de Kizomba: Passada, Tarrachinha, Quedradinha e Ventoinha.




Kizomba quer dizer festa do povo e, na Angola, representa a dança da liberdade, do amor, do prazer, da alegria. Uma dança que recusa qualquer restrição conservadora, em nome do deleite e do “carpe diem”.

sábado, 29 de outubro de 2011

Lenine e seu "Chão"


Por Renata Santos



O novo álbum do cantor Lenine está recheado de surpresas. Começando pela capa do disco na qual se tem estampado a foto dele com seu neto dormindo sobre seu peito. Essa é a primeira mostra de que “Chão” será um CD mais intimista e autobiográfico, porque dessa vez Lenine levará o cd para dentro de casa.
São 28 minutos de música, com dez faixas recheadas de ruídos espontâneos, sons do cotidiano, como o canto de Frederico, o canário belga que, na verdade, é a inspiração para essa mistura inusitada de sons. Além disso, é possível perceber no meio das canções o barulho do apito de uma chaleira, o ronco de uma motosserra, o som de seu orquidário e, para emocionar a todos nós ouvintes, até o bater do coração de seu filho.
Segundo Lenine, o nome do cd “Chão” e a foto da capa estão intimamente ligados. Em uma entrevista à revista EXAME, ele conta que, primeiramente, o nome tem a ver com sua paixão por monossílabos e depois, por causa dos laços entre seu neto e ele. O cantor diz que um dos significados da palavra chão é “o que sustenta” e é isso que o neto significa para ele e ele para o neto.
O Álbum também traz várias participações especiais de Lula Queiroga, Carlos Rennó e Ivan Santos, além de seu filho Bruno na produção do disco.
Lenine também conta que um dos motivos para o lançamento de Chão é o de montar o show e viajar em uma turnê de lançamento, algo de que ele sentia falta.


“Chão” é a prova de que, apesar de já ter uma longa carreira, Lenine continua surpreendendo e agradando a todos nós, com suas letras apaixonadas, sua originalidade e amor em tudo o que faz.




sábado, 22 de outubro de 2011

Coldplay e seu novo (e talvez último) álbum

Por Renata Santos


Com nome incompreensível e perturbador, Mylo Xyloto, o novo cd de coldplay, veio com tudo. Muito antes do anúncio da estréia, quando a banda soltava aos poucos algumas canções que seriam incluídas no disco (Every teardrop is a waterfall, Major Minus, Paradise, entre outras), já havia muitas respostas positivas, do público e da crítica.
O álbum foi produzido por Brian Eno e, segundo declarações dos integrantes, seu objetivo era pôr mais amor nas músicas, algo que não parece ser o problema da banda, que possui letras bastante românticas e, até mesmo por isso, tem sido chamada de “insossa” e “superficial como Radiohead” por alguns críticos.

Mas Coldplay decidiu mesmo inovar. Após o sucesso do single “Paradise” na internet, o vocalista do grupo, Chris Martin, anunciou que o disco teria a participação especial de ninguém menos que Rihanna. A cantora cedeu seus dotes vocais na música “Princess of China” que pode ser baixada gratuitamente pelo Itunes para os que reservarem o novo cd em sua loja virtual. Apesar das iniciais reservas do público, Rihanna parece ser, além de tudo, um ótimo marketing para a banda.


Mas nem só de boas notícias é feito o “Mylo Xyloto”. Em uma entrevista ao jornal britânico Daily Mail, no dia 16 de outubro, Chris Martin chocou seus fãs ao afirmar que o novo álbum pode ser o último da banda. “Este pode ser nosso último disco, É a destilação do trabalho de três anos e, no momento, não consigo imaginar como um outro poderia vir pela frente”, disse. Além disso, Martin citou a concorrência como fator preponderante no possível fim do Coldplay: “Agora temos Justin Bieber e Adele para competir e eles são bem mais jovens. Temos de ter uma energia para pôr em nosso trabalho maior que a deles. Se acabar, acabou, posso viver com isso. A coisa mais importante é sempre saber como proceder, com se todo álbum fosse o último e não espera-se nada mais do que isso” .
Mylo Xyloto estréia dia 24 de outubro e chegará às lojas de todo mundo em 24 de dezembro. Confira as faixas:

Ø  Mylo Xyloto
Ø  Hurts Like Heaven
Ø  Paradise
Ø  Charlie Brown
Ø  US against the World
Ø  H.M.I.X
Ø  U.F.O
Ø  Princess of China
Ø  Up in Flames
Ø  A hopefull transmission
Ø  Don’t Let it Break your Heart
Ø  Up with the Birds




sábado, 15 de outubro de 2011

Orquestra Criança Cidadã: Educando através da musica

Por Renata Santos




Em meados de maio de 2006, o general Santa Rosa, que trabalhava como comandante da 7ª Região Militar e 7ª Divisão do exército foi procurado pelo presidente da Associação Beneficente Criança Cidadã- ABCC, Nildo Nery dos Santos que lhe apresentou uma proposta desafiadora: A criação de uma orquestra composta apenas por crianças vindas de áreas pobres do recife, mais especificamente as que viviam na favela do Coque, uma das mais violentas da cidade. Além do general, já estavam incluídos no projeto o Maestro Cussy de Almeida e o juiz de direito Dr. João José Rocha Targino. A idéia de convocar o comandante era a fim de conseguir um lugar seguro para abrigar as crianças que participariam da orquestra.
 O general Santa Rosa abriu de imediato, as portas do depósito de suprimentos do exército brasileiro, localizado no bairro da Cabanga, que é vizinho à favela do Coque.
 Depois de conseguido o lugar, foram necessários apenas 45 dias de trabalho, sob os cuidados do coronel Hélcio Martins de Freitas, que era chefe do depósito na época, para transformar o lugar em uma escola de música de padrões internacionais. O espaço foi dividido em salas individuais para cada instrumento, um  mini auditório, além de uma luteria. Estas conquistas foram resultado de um esforço vindo da iniciativa privada que fez a doação dos materiais e instrumentos, além do trabalho do Exército que mantinha-se constante em oferecer o necessários para o projeto.
 Foi assim que, em 25 de julho de 2006, a Orquestra Cidadã Meninos do Coque se tornou realidade, com 104 crianças da comunidade do Coque entre 7 e 15 aos de idade. Hoje o projeto abriga crianças de 3 a 17 anos e tem como objetivo não apenas formar profissionais de instrumentos musicais, mas transformar essas crianças em cidadãos respeitáveis e capazes de transformar sua realidade.


A comunidade do Coque       
                                                           
Dentre vários perfis sócio-econômicos de várias comunidades, a favela do Coque foi escolhida por que se encontra numa situação de risco social muito acentuada: Além de possuir o mais baixo I.D.H da cidade, apresenta o maior índice de violência urbana e de desemprego do Recife. .A maioria das habitações do Coque é construída precariamente com madeira reaproveitada, com apenas um cômodo para abrigar famílias numerosas e miseráveis. 
Portanto o projeto Orquestra Cidadã, por direcionar os alunos não somente ao mundo da música, mas à cidadania, contribui, por conseqüência, para a diminuição da violência urbana. Além disso, a família das crianças engajadas no projeto também se beneficia, participando do mundo musical de seus filhos e aspirando para eles e para si mesmos uma realidade diferente da que vivem.
 E por falar nisso, a família tem papel importante na orquestra, participando de reuniões, tendo assistência psicológica quando necessário, recebendo mensalmente cesta básica e aproveitando formas diferentes de lazer como a ida de grupos de mães com seus filhos para assistirem concertos gratuitos da Orquestra Sinfônica do Recife no Teatro Santa Isabel.
 Apesar de todas as dificuldades encontradas – A disponibilização do lugar, o orçamento e a busca de professores voluntários – O projeto Orquestra Criança Cidadã Meninos Do Coque é um verdadeiro sucesso e serve para mostrar aos educadores e aos governantes que vale a pena investir e acreditar no potencial das crianças de Pernambuco e de todo Brasil. E como tudo passa pela educação, a Orquestra é uma prova de transformação do real através da música. 

Confira um dos vídeos da Orquestra:



sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Criolo, o doido

por Renata Santos



Filho de cearenses, nascido e criado no Grajaú, zona sul de São Paulo,Kleber Cavalcante Gomes, o Criolo, é o cantor do momento. Compositor e intérprete de rap e hip hop, trabalhou como educador entre 1994 e 2000, e hoje é o precursor da “rinha dos Mc’s”. Seu primeiro disco, intitulado "Ainda há Tempo", o levou a participar do Som Brasil especial em homenagem à Vinícius de Moraes e a receber o prêmio “ Música do Ano” e “Personalidade do ano” no evento “ Rap é compromisso”.
 Em 2011, o cantor lançou seu segundo álbum “Nó na orelha”  gratuitamente através da internet, com a mistura de vários ritmos além do rap, como funk, soul, blues e até o brega. Esse disco teve excelente repercussão pela crítica e deu-lhe a oportunidade de participar de vários programas de tevê, entre eles o Altas Horas na rede Globo.
 As canções de Criolo tratam de verdades particulares e universais.  A mesma naturalidade que o faz produzir canções voltadas aos moradores da periferia, também o inspira em músicas que tratam de vazio interior, de ricos e de pobres.
 Nó na orelha foi o disco que o consagrou como cantor e nele, pode-se dizer que o rap foi elevado a um nível de excelência, diminuindo sua restrição às favelas, morros, subúrbios e periferias. O Rap virou clássico, o choro dos desumanizados, o grito dos sem voz. E é Criolo o portador das mensagens tantas vezes ácidas que esse povo tem a dizer. Tão ásperas às vezes que o próprio cantor chegou a declarar: “Legal mesmo seria eu não cantar o que eu canto, eu não sentir essa dor no peito, Eu faço música porque to desesperado” [entrevista à revista Trip]. Demonstra, com essas palavras, não apenas sua dor, mas a dor de tantos outros e, porque não, de todos nós, homens e mulheres angustiados pela vida, desesperados por solução e assim como Criolo, ansiosos por mudanças.
 Sua vivência com o rap foi, muitas vezes, misturada à atividade como educador. Não eram raras as vezes em que, na sala de aula, ele conhecia a história de meninos de rua, Garotos que eram punidos diariamente por roubarem um pedaço de comida. Tudo isso aumentava o desespero no coração daquele homem sensível, cuja única ambição é, através da música, extravasar sua dor e tentar melhorar a vida daquelas crianças de alguma forma.
 A Rinha dos Mc’s é uma forma de realizar esse sonho. A rinha é uma festa de hip-hop na qual o público improvisa rimas em duelos semelhantes ao repente nordestino. Além disso, o evento também realiza shows semanais, exposições de graffiti e fotografias. A rinha já passou por seis pontos na zona Sul de São Paulo e é um grande berço para novos talentos. “O cara do hip-hop tem raça, mostra o talento na laje, calçadas e escolas. A festa é apenas mais um local para isso." diz o cantor. Um desses talentos descobertos na rinha dos mc’s é o músico E.M.C.I.D.A, que já faz grande sucesso no cenário musical brasileiro e disputou o premio MTV vídeo music Brasil e duas categorias.
 E por falar em premiação, Criolo foi campeão em indicações ao VMB 2011 nas categorias: “Videoclipe do ano”, com o clipe da música Subirusdoistiozin, “Artista do ano”, “Album do ano”, com Nó na orelha, “Música do ano”, com o single “ Não existe amor em SP” e “banda ou artista revelação”. Além disso, nesse mesmo evento, ele foi o primeiro confirmado para cantar sua canção “ Não existe amor em SP” ao vivo, ao lado de Caetano Veloso.
 Todas essas conquistas demonstram a força, a garra e o talento de Criolo, e nos dá a esperança de um futuro sem tantos preconceitos de classe, cor e até ritmo musical. Mais uma porta aberta por esse rapaz cheio de brilho nos olhos e que até nos confunde e nos faz questionar: Será mesmo que não existe amor em SP?



sábado, 1 de outubro de 2011

Vinte Anos de Pearl Jam e Nevermind

  Estamos num ano musical. Disso não se tem a menor dúvida. Grandes festivais, novos talentos entrando em cena, a facilidade de acesso às inúmeras informações através da internet, tudo isso faz desta década e de 2011 um celeiro de novidades. Mas é também um ano de clássicos, especialmente do Rock. Os 20 anos de Pearl Jam e do álbum revelação de Nirvana “Nevermind” estão aí para comprovar isso.

 Editado oficialmente em 24 de setembro de 1991, Nevermind se tornaria um dos álbuns mais populares, endeusados e amados da história do rock. Na época, pensava-se que Nirvana era mais uma banda grunge de fama efêmera. Um grande engano. Tanto o disco quanto a banda se tornaram clássicos da história da música. Nevermind vendeu mais de 30 milhões de cópias e, através dele, a banda de certa forma colaborou para a emergência do indie rock (rock independente) que domina o gênero desde o começo da década. Até a capa do disco se tornou icônica e o bebê dentro d’água tentando alcançar a cédula até hoje traz a lembrança de muitos os melhores momentos do rock no mundo. Em 2008, o lindo bebê fotografado para a capa foi outra vez clicado, com a mesma pose, desta vez com dezessete anos.

 Para comemorar este momento saudoso, o Nirvana ganhará uma reedição de seu álbum. A reedição terá quatro CDs com músicas inéditas, raridades, lados B, mixes alternativos, gravações ao vivo e na rádio BBC. Além da edição comemorativa o aniversário de “Nevermind” terá vários eventos ainda não divulgados. Um dos singles deste disco é a música Smell like teen spirit, que pode ser conferida no vídeo a seguir.

 Mas nem só de “Nevermind” vivem os aniversários em 2011. Pearl Jam está completando sua segunda década. A banda é uma das pioneiras do grunge, nascida em Seattle, Washington. Seu vigésimo aniversário foi no dia 20 de setembro de 2011. Para comemorar, o diretor de cinema e fanático assumido pela banda Cameron Crowe decidiu produzir um documentário cheio de novidades e surpresas para os fãs.

 O filme se chama “Pearl Twenty” e estreou no dia 20 de setembro. Traz imagens de shows ao vivo que mudaram o cenário musical, além de cenas do início da carreira e antigas gravações em estúdio. Com entrevistas recentes com os integrantes, imagens ao vivo dos bastidores, Pearl twenty é um verdadeiro presente para os fãs que terão a oportunidade de conhecer a intimidade e toda a trajetória da banda que já fez história.

sábado, 24 de setembro de 2011

Novas Vozes do Brasil

Por Renata Santos

O Itamaraty, Ministério das relações exteriores, está lançando o programa “Novas Vozes do Brasil”, que tem como objetivo levar alguns dos destaques da música popular da nova geração em apresentações inéditas para promovê-los no exterior. Segundo a assessoria do Departamento cultural do Itamaraty, através desse programa, novos talentos da música nacional poderão se tornar conhecidos pelas gravadoras e obter um nível de reconhecimento no exterior comparável ao já alcançado no Brasil.

Na primeira fase do programa, o Itamaraty realizou apresentações das cantoras Tulipa Ruiz e Tiê, em Washington, no Kennedy Center, dia 18 de Agosto e em Nova York, no Drom, dia 19 de Agosto. As duas cantoras são revelações da MPB e tiveram seus álbuns de estréia bastante elogiados pela crítica e pelo público em 2010. Os discos são “Efêmera” de Tulipa Ruiz e “Sweet Jardim” de Tiê. 


 


Em setembro, nos dias 13 e 14, o programa levou para as mesmas cidades norte-americanas o cantor e compositor Marcelo Jeneci, que já fez parcerias musicais com cantores de bastante renome, como Arnaldo Antunes, Vanessa da Mata e Zélia Duncan.

A segunda fase do programa será em 2012 e o Itamaraty montará um banco de dados com informações de artistas interessados em participar. Para isso, o cantor deverá ter pelo menos um álbum lançado e ser reconhecido favoravelmente no mercado e por críticos especializados.

A meta do programa “Novas Vozes do Brasil” é que, ao menos cinco novos nomes do cenário musical recebam apoio a cada ano. Novas cidades serão incluídas a cada fase, com foco nos grandes pólos norte-americanos e europeus. Existe também a possibilidade de que países Árabes participem.

Para se apresentarem, os artistas recebem um cachê que, segundo o ministério, é abaixo do valor pago no mercado, mas que é aceito em troca da oportunidade de divulgação do trabalho internacionalmente. Para atrair o público, serão realizadas missões brasileiras no exterior, em casas de shows e consulados, com anúncios em jornais e utilização de redes sociais. A entrada do show será um valor mínimo ou até mesmo gratuito.

O programa faz parte de uma promoção geral da cultura brasileira no exterior que inclui arte, cinema e fotografia.